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o que há por trás da uberização da prática clínica

Entendo que a psicanálise deve ocupar o debate público, então divido meu tempo entre a academia e o aprofundamento do debate em aulas públicas, rodas de conversa, projetos culturais e colaborações em jornais e revistas.

Acompanho a relação da psicanálise com a educação, as políticas públicas, o direito e a mídia. Denuncio tentativas de reduzir a psicanálise a uma técnica psicoterapêutica ou pseudocientífica e critico abordagens mercantis, adaptativas ou religiosas, tradicionais ou neoliberais.

Frequentemente, isso envolve ações de denúncia, enfrentamento e resposta àqueles que fazem da psicanálise apenas uma técnica psicoterapêutica ou forma de pseudociência. Critico também as perspectivas meramente adaptativas ou mercantis, bem como sua combinação com formas religiosas e educativas, de cunho tradicional ou neoliberal.

Participo constantemente, presencial e digitalmente, de debates acadêmicos e ações junto a todo tipo de associação, grupo de estudo ou evento organizado em torno da psicanálise.

Aqui a preocupação central é atuar junto a comunidades para democratizar o ensino, diversificar o acesso, incluir pessoas interessadas na psicanálise, insistindo em boas práticas de formação.

Trata-se, nesses casos, de dialogar com as pessoas sobre experiências de sofrimento, psicoterapia e psicanálise, tal como venho fazendo em meu canal no YouTube, mas também nas inúmeras redes clínicas, projetos de escuta e intervenção e coletivos de psicanálise.




Fonte da notícia: UOL Tecnologia https://www.uol.com.br/tilt/colunas/blog-do-dunker/2026/07/04/sem-regras-psicanalise-enfrenta-boom-de-cursos-e-falsos-terapeutas.htm

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