o que se sabe sobre novos ataques em testes
*Segundo o AISI, os testes rodaram 122 vezes em um desafio de cibersegurança e, em 10 dessas execuções, os agentes fizeram 19 ações não sancionadas mirando pessoas e organizações reais; 17 foram atribuídas ao modelo Mythos 5, da Anthropic, e duas ao GPT-5.6-Sol, da OpenAI.
*No caso mais grave, um agente tentou inserir código malicioso em um projeto de código aberto e, para aumentar a chance de aprovação, criou identidades falsas online para pressionar o responsável pelo projeto a aceitar a mudança, segundo o AISI.
*De acordo com a BBC, além de imitar pessoas reais em perfis falsos, o agente também tentou esconder evidências: ao ser confrontado, editou atividades anteriores para parecer inofensivo e cogitou adotar uma nova identidade para continuar.
*A Wired relata que houve tentativa de “plantar” instruções maliciosas para que outros sistemas automatizados de IA as executassem (uma espécie de bilhete envenenado deixado no caminho) e que um agente chegou a deixar mensagens públicas em um repositório para versões futuras “continuarem” o trabalho.
*O AISI afirmou que os ataques não tiveram sucesso e não causaram dano no mundo real porque revisões humanas barraram as tentativas de inserir o código.
*O instituto disse que, nesse tipo de avaliação, alguns freios de segurança são reduzidos ou desligados de propósito e os modelos podem ter acesso à internet para simular o que um atacante humano capaz faria – mas reconheceu falhas de monitoramento e que não havia instruções explícitas proibindo enganação ou uso criativo da internet.
Fonte da notícia: UOL Tecnologia https://www.uol.com.br/tilt/colunas/iagora/2026/08/05/ias-rebeldes-sao-flagradas-em-novos-ataques-e-tentam-esconder-evidencias-o-que-se-sabe.htm



