Processos por dependência em redes sociais avançam nos EUA

A decisão também negou o pedido da Meta para adiar um julgamento que começa na quarta-feira (12). A ação foi movida por 29 procuradores-gerais estaduais, que acusam a empresa de coletar dados de crianças, induzir jovens ao uso contínuo e enganar consumidores sobre a segurança das plataformas.
Processos discutem efeitos sobre jovens
Os autores das ações afirmam que as empresas projetaram seus produtos para gerar dependência entre usuários jovens. Eles relacionam essa suposta estratégia ao aumento de depressão, ansiedade, problemas de imagem corporal e outros problemas de saúde mental nos EUA.
Outras cerca de 3.300 ações semelhantes estão reunidas em um processo na Justiça estadual da Califórnia. Em março, um júri de Los Angeles considerou Meta e Google negligentes por projetarem plataformas que prejudicam jovens e fixou indenização de US$ 6 milhões a uma mulher de 20 anos.
A Meta também perdeu duas etapas de uma ação movida pelo Novo México na Justiça estadual. Um júri determinou em março o pagamento de US$ 375 milhões, e um juiz ordenou mais US$ 567 milhões e medidas de proteção a jovens. Meta e Google negam as acusações nesses casos e afirmam que vão recorrer.
*Com informações da Reuters
Fonte da notícia: UOL Tecnologia https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2026/08/10/tribunal-dos-eua-mantem-mais-de-3000-acoes-contra-redes-sociais.ghtm



