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Apple começa a adaptar aplicativos para tela do iPhone dobrável

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Apple começa a adaptar aplicativos para tela do iPhone dobrável

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Plataformas de streaming, redes sociais e ferramentas do sistema ganham novos layouts para tentar aproveitar a tela dupla do primeiro celular dobrável da Apple.

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O que muda nos aplicativos

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Aplicativos famosos adaptaram a exibição de conteúdo. A ideia é utilizar as duas metades da tela dobrável sem poluir a imagem no painel principal.

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Na Netflix, com o aparelho parcialmente dobrado na horizontal, o aplicativo exibe o vídeo na metade superior. O novo visual transfere os botões de controle de reprodução do vídeo para a metade inferior.

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Outros serviços de streaming aproveitaram o espaço extra para exibir informações abaixo do player. A ideia é permitir a navegação mesmo durante a exibição do filme ou série.

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Aplicativo da Netflix no iOS 27 com adaptação para a tela dobrável do iPhone Duo
Aplicativo da Netflix no iOS 27 com adaptação para a tela dobrável do iPhone Duo Imagem: Divulgação
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No Prime Video, o conteúdo passa no topo enquanto detalhes do X-Ray (recurso que mostra dados de elenco e bastidores) aparecem embaixo. O Paramount+ expande os controles de reprodução e a navegação por canais, permitindo assistir com o telefone apoiado sobre a mesa sem usar as mãos.

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No Instagram, os botões de navegação foram deslocados para a lateral da tela. A mudança libera a área central para a exibição ampliada de fotos e vídeos quando o aparelho é usado na vertical. Aplicativos como Zoom e Slack também expandiram conteúdo para dividir a lista de contatos da janela de chat e de videoconferência.

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Ferramentas da própria Apple

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Os aplicativos nativos do sistema (como Mail, Fotos, Mensagens, Notas e Lembretes) também mudaram. A partir de agora, usam o espaço extra para dividir janelas e facilitar a digitação.

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Com o telefone na horizontal, uma barra lateral mostra a caixa de entrada ou a lista de anotações ao lado do texto em leitura. Na tela interna, um teclado virtual dividido ao meio surge para facilitar a digitação rápida com os dois polegares.

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O FaceTime (aplicativo de chamadas de vídeo da marca) mostra quem fala na metade superior e a câmera do usuário na metade inferior. Apoiado na mesa como um pequeno notebook, o aparelho realiza chamadas sem precisar de suporte e exibe a imagem na tela externa para que outras pessoas ao redor acompanhem a conversa.

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Grande parte dos apps ainda não está pronta

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Apesar das novidades, análises da mídia internacional destacam que a maioria dos softwares da App Store (loja oficial de aplicativos da Apple) seguem se adaptação. Muitos ainda não receberam atualizações dedicadas ao formato do iPhone Duo e o processo de ajuste deve demorar semanas para os desenvolvedores que aderirem.

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Programas não otimizados sofrem com o efeito letterboxing (faixas pretas espessas nas laterais da tela para compensar a proporção do visor). O resultado é um aparelho de hardware avançado convivendo com um ambiente de software inicialmente confuso e pouco otimizado. O que nos faz lembrar, em parte, a chegada do iPad ao mercado.

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Experiência de uso é vista como bagunçada

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Avaliadores de veículos como The Verge e Wired, relatam que abrir aplicativos no painel interno de 7,6 polegadas gera um visual estranho. Passando a sensação de que o próprio iOS 27 (sistema operacional do iPhone) não está totalmente pronto para o novo tamanho.

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O uso da interface em certas posições também gera desconforto no dia a dia. Há relatos de dificuldades na digitação e na navegação em tarefas comuns.

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Para ajudar o usuário a identificar quais softwares já foram adaptados para a tela dobrável, a Apple criou o selo “Made for iPhone Duo” na App Store. A marcação destaca os programas otimizados e deve ser adotada por mais desenvolvedores nos próximos meses.

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Fonte original: www.uol.com.br

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