Como a Europa pode recuperar terreno na corrida da IA

“Mais do que nunca, a IA trará destruição criativa”, disse Aghion à DW durante o Fórum Econômico de Bruxelas deste ano. “Haverá destruição de empregos. E haverá criação de empregos. Se você administrar a destruição criativa da maneira correta, ela se torna um motor de promoção social.”
A importância de abraçar a mudança
Para ilustrar os benefícios da destruição criativa, Aghion destaca a diferença no crescimento econômico entre a UE (União Europeia) e os Estados Unidos.
Durante décadas, ambas as economias evoluíram praticamente no mesmo ritmo. Mas, quando ocorreu a revolução da tecnologia da informação, com o computador pessoal, a internet e tudo o que veio junto com eles, os Estados Unidos adotaram plenamente essas mudanças. A Europa, nem tanto.
Como resultado, a diferença entre as duas economias aumentou. Hoje, o PIB (Produto Interno Bruto) per capita dos EUA é quase o dobro do da UE. Com a IA, a Europa corre o risco de repetir esse erro. “Precisamos acordar”, alerta Aghion.
Os Estados Unidos e a China estão muito à frente quando se trata do desenvolvimento de IA. Empresas como OpenAI, Anthropic, Google, Meta, Microsoft e muitas outras investem bilhões de dólares no desenvolvimento de grandes modelos de linguagem (LLMs), como ChatGPT, Gemini, Claude ou DeepSeek, um modelo chinês, além da infraestrutura computacional necessária para operá-los.
Fonte da notícia: UOL Tecnologia https://www.uol.com.br/tilt/ultimas-noticias/deutschewelle/2026/07/19/como-a-europa-pode-recuperar-terreno-na-corrida-da-ia.htm



