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Governo lula aprova R$ 46,3 mi para rede nacional de data center

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Governo lula aprova R$ 46,3 mi para rede nacional de data center

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O governo Lula destinou R$ 46,3 milhões para a construção de uma plataforma para integrar data centers espalhados pelo Brasil, sobretudo no interior do país e de pequeno porte.

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A promessa é que, quando estiver pronta, essa rede integrada vai receber do desenvolvedor o arquivo a ser processado e enviar para a central de dados com a melhor eficiência energética naquele momento. O sistema usará inteligência artificial para gerenciar a distribuição automática da capacidade de processamento e conexão disponíveis.

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O projeto, chamado de Prisma, será conduzido pelo CPQD (Centro Brasileiro de Inovação em Tecnologias da Informação e da Comunicação), de Campinas (SP). A duração será de 36 meses.

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Os R$ 46,3 serão administrados pela Finep (Financiadora de Estudos e Projetos). A empresa pública ligada ao MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) assinou nesta sexta (6) a liberação dos recursos, que virão do Funttel (Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações). A iniciativa já recebeu o aval do Ministério das Comunicações, pasta a qual está subordinada o conselho gestor do fundo.

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O objetivo da ação é promover data centers sustentáveis, consumo eficiente de energia elétrica, garantir a continuidade das operações e assegurar a soberania digital. Gustavo Correa Lima, diretor de Tecnologia e Inovação do CPQD, explica estes dois últimos tópicos.

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Sobre a continuidade das operações, Lima explica que a plataforma não só buscará o data center mais eficiente, mas poderá movimentar o processamento de dados no meio do trabalho para outra central que apresentar melhores condições.

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A soberania digital, diz, será garantida pela integração de centrais de dados dentro do território nacional, disponibilizados não só por companhias de data centers, mas também por operadoras de telecomunicação, indústrias, provedoras de internet e quaisquer empresas que possuam servidores com a chamada arquitetura de processamento de borda.

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Entre os resultados esperados estão o fortalecimento da soberania digital e da governança nacional de dados críticos, a redução do consumo energético e da pegada de carbono de data centers, a expansão da infraestrutura digital para regiões menos atendidas e maior resiliência frente a falhas elétricas e ataques cibernéticos. O objetivo é desenvolver e disponibilizar uma plataforma nacional segura e sustentável para setores como saúde, defesa, segurança pública, educação e telecomunicações, apoiando assim a transformação digital de setores estratégicos
Joana Meirelles, superintendente da Área de Saúde e Transformação Digital da Finep

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Fonte original: www.uol.com.br

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