Após ser acusada de auxiliar exército chinês, Alibaba processa os EUA

“As determinações não têm fundamento em fatos ou na lei”, afirmou o Alibaba. “O Alibaba é governado por um conselho independente, nenhum dos quais possui qualquer vínculo militar”, continuou a empresa. “Seus produtos e serviços são voltados para o varejo, logística e tecnologia da informação empresarial não para armas, defesa ou inteligência.”
O processo busca a remoção do Alibaba da lista. Um porta-voz do Pentágono se recusou a comentar, alegando que a agência não discute litígios em andamento.
Baidu e BYD também foram adicionados à lista
De acordo com uma lei recente dos EUA, o Pentágono não pode contratar empresas na lista de restrição a partir deste mês e não pode comprar seus produtos e serviços por meio de terceiros a partir de 2027. A inclusão na lista não significa sanções formais.
Entre as outras companhias que entraram para a lista este mês estão a empresa de buscas na internet Baidu, as montadoras BYD e NIO e a empresa de biotecnologia WuXi AppTec.
A WuXi entrou com uma ação judicial semelhante à do Alibaba em 11 de junho.
Fonte da notícia: UOL Tecnologia https://www.uol.com.br/tilt/noticias/reuters/2026/06/23/alibaba-processa-eua-apos-ser-relacionada-a-exercito-chines.htm



