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7 diferenças do remake de Zelda: Ocarina of Time

Confira o trailer dublado de The Legend of Zelda: Ocarina of Time Remake divulgado pela Nintendo

O aguardado jogo da Nintendo será lançado em 5 de novembro no Switch 2. Crédito: Nintendo

O visual e gameplay do remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time finalmente foram exibidos durante o Nintendo Direct do 40º aniversário da franquia. Chegando ao Switch 2 em 5 de novembro, essa versão tentará ser bem fiel ao clássico de 1998, mas ainda trará algumas mudanças para deixar o game mais moderno.

Isso será perfeito para atrair os novos fãs que chegaram com Breath of the Wild e Tears of the Kingdom, mas também uma forma inédita para de aproveitar o título para os veteranos.

Para que você saiba tudo o que te espera, separamos as principais 7 diferenças do remake de Zelda: Ocarina of Time. Confira!

7 grandes diferenças no remake de Ocarina of Time

The Legend of Zelda: Ocarina of Time é considerado um dos maiores clássicos dos videogames. Foto: Nintendo/Divulgação

Vale mencionar que provavelmente há muito mais alterações entre o jogo original e esse remake, mas que só saberemos em detalhes quando ele for lançado. Até lá, listamos tudo o que foi possível perceber pelo Nintendo Direct.

1. O botão de pulo

No original, Link não pulava por vontade própria. O salto acontecia de forma automática em pontos fixos do cenário, sempre que ele chegava perto de uma borda. Era um sistema elegante para a época, mas que tirava do jogador qualquer sensação de controle sobre a travessia.

O remake inclui um botão dedicado ao pulo, e o jogador pode saltar quando quiser. A mudança foi apresentada na cena em que o jovem Link atravessa um vão na Floresta Kokiri, e se tornou a novidade mais comentada por resolver uma reclamação que os fãs carregam há quase três décadas. Além de tornar a exploração mais natural, o pulo manual abre espaço para que os cenários sejam explorados com mais liberdade.

2. A câmera manual

Quem jogou o título de 1998 lembra bem das câmeras fixas, que escolhiam o ângulo por você em muitos lugares. O remake abandona a câmera majoritariamente fixa do original e a substitui por uma câmera totalmente controlável.

O efeito mais evidente aparece na Cidade Castelo. A região antes era limitada pela perspectiva fixa, e agora o jogador pode apreciar melhor os novos visuais. A área ficou totalmente aberta à exploração, com NPCs circulando pelas bancas do mercado. Uma câmera livre também ajuda a localizar inimigos e a analisar o ambiente nas dungeons, o que muda a forma de resolver quebra-cabeças.

3. Passagem de tempo em qualquer lugar

O ciclo entre dia e noite sempre foi parte da identidade de Ocarina of Time, com personagens que aparecem em horários específicos e áreas que mudam de comportamento. Havia, porém, uma exceção curiosa. No original, o relógio parava dentro da Cidade Castelo.

No remake, o novo ciclo dinâmico apresenta uma progressão natural e contínua do tempo, com o sol nascendo e se pondo de forma mais realista. A demonstração mostrou o sistema funcionando inclusive na região da Cidade Castelo. Para quem já conhece o jogo, isso pode significar novas situações e horários a considerar até nos lugares que antes eram um refúgio do relógio.

4. Dublagem de diversas cenas

O Nintendo 64 tinha limitações de armazenamento que obrigavam o jogo a apostar em texto e em efeitos sonoros curtos. No remake, o cenário é outro. O áudio foi completamente refeito, incluindo trilha sonora, sons ambientes mais sutis e os diálogos dos NPCs.

A mudança traz música orquestral sinfônica e personagens dublados nas cutscenes. A tradição da série, no entanto, foi preservada em um ponto importante. Link continua praticamente silencioso. Dar voz às cenas deve aproximar o jogo da narrativa dos títulos mais recentes sem descaracterizar o protagonista.

5. Botão de corrida

Quem cresceu com o original sabe que andar era, na prática, a pior forma de se locomover. No Nintendo 64, dar cambalhotas em sequência era mais rápido do que caminhar para a frente, e isso podia decidir se você chegaria ao Castelo de Hyrule no primeiro dia.

No remake, basta manter o botão pressionado depois de dar uma cambalhota para que Link corra, o que serve para cobrir grandes distâncias. Vale notar um detalhe que o distingue de Breath of the Wild. A corrida não é limitada por uma barra de fôlego. Isso deixa a travessia de Hyrule mais fluida e dispensa o truque das cambalhotas repetidas.

Ocarina of Time nunca teve um registro claro do que fazer em seguida, e muitos jogadores dependiam de memória, anotações ou guias. O remake resolve isso com uma interface nova, batizada de Fios do Tempo. Ela funciona como um diário de missões, acompanhando objetivos e o progresso da história durante toda a aventura contra Ganon, e uma tapeçaria artística se expande conforme a jornada avança.

Cada entrada da lista de missões abre um resumo do que já aconteceu e traz um botão para ver a cena bordada na tapeçaria completa. A solução mantém a estética têxtil que aparece no material de divulgação e ajuda tanto quem retoma o jogo depois de semanas quanto quem está descobrindo Hyrule pela primeira vez.

O Ocarina of Time original foi construído ao redor do controle do Nintendo 64 e de seus botões C, usados para associar itens como o arco, as bombas e a própria ocarina. O remake precisou repensar esse sistema para um controle moderno, sem perder a agilidade necessária durante combates e dungeons. A ideia foi deixá-lo mais parecido com os games mais recentes, como Breath of the Wild e Tears of the Kingdom.

Os jogadores poderão trocar rapidamente de arma em um menu horizontal. A troca rápida evita que o jogador precise entrar o tempo todo em menus de tela cheia, o que agiliza o combate e a resolução de quebra-cabeças. Considerando que já tivemos uma resposta positiva ao menu mais acessível na tela de toque da versão do 3DS, acredito que a maioria dos fãs vai apreciar essa mudança.

Os 2 MAIORES FUROS da série ZELDA que o Remake de Ocarina of Time pode consertar

Com a confirmação de que o remake de Ocarina of Time terá falas e personagens aprofundados, teorizamos sobre como o lançamento pode arrumar a série.

Gostou de conhecer algumas das principais mudanças do remake de Zelda: Ocarina of Time? Deixe seu comentário nos dizendo que outras alterações espera ver nessa nova versão do game!


Fonte da notícia: Estadão | As Últimas Notícias do Brasil e do Mundo https://www.estadao.com.br/tecmundo/voxel/zelda-ocarina-of-time-7-mudancas-do-remake-no-switch-2/

Luciana Anselmo

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