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Meta suspende novas regras de coleta de conteúdo após pressão

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Meta suspende novas regras de coleta de conteúdo após pressão

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As novas regras comerciais da Meta, que poderiam permitir a coleta de conteúdo de sites de usuários de contas comerciais, estão suspensas por tempo indeterminado, informou a empresa ao Nieman Lab.

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O que se sabe

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A decisão foi anunciada na quinta-feira (5), após semanas de pressão de veículos de comunicação, autoridades e representantes do setor editorial. A empresa diz que interrompeu as mudanças enquanto mantém conversas com as partes interessadas.

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As alterações não entrarão em vigor em 20 de novembro, como previsto, e os termos atuais continuam válidos. A Meta não apresentou uma nova data e retirou do ar a página que mostrava uma prévia das condições.

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A suspensão abrange os termos comerciais, de catálogo de produtos, de anúncios de autosserviço e de inteligência artificial generativa para criação de anúncios. A empresa também publicou uma atualização na central de ajuda para negócios.

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As regras deveriam entrar em vigor inicialmente em 30 de outubro, mas a Meta adiou a data após a repercussão negativa. Em 28 de outubro, o vice-presidente de comunicação da empresa, Andy Stone, disse que a companhia consultaria editoras e representantes do setor.

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Reação em diferentes países

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Tribunais do Brasil e da Noruega concederam decisões liminares para impedir a entrada em vigor dos termos. As decisões vieram após ações de organizações de mídia nos dois países.

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No Reino Unido, a Autoridade de Concorrência e Mercados (CMA, na sigla em inglês) abriu investigação sobre as condições propostas pela Meta. O órgão avalia se a empresa estaria abusando de sua posição dominante ao impor condições consideradas exploratórias a editoras e anunciantes.

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Nos Estados Unidos, parlamentares dos dois principais partidos também questionaram a proposta. No fim de outubro, os senadores Adam Schiff, democrata da Califórnia, e Marsha Blackburn, republicana do Tennessee, pediram ao presidente-executivo da Meta, Mark Zuckerberg, a retirada dos termos.

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Fonte original: www.uol.com.br

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