Golpe do Pix: anúncios no Google e no Instagram vendem ingressos falsos


–>
<!–>
- 0.5×
- 0.75×
- 1×
- 1.25×
- 1.5×
- 1.75×
- 2×
–>

–>
–><!–>
–>

–>
<!–>
–>
<!–>
Uma extensa campanha em vigor há pelo menos 12 meses criou mais de 330 sites falsos para roubar dinheiro de fãs de grandes eventos em todo o Brasil. O alerta foi emitido pela empresa de cibersegurança Kaspersky.
–>
Os criminosos clonam a identidade visual de uma famosa bilheteria online e atraem vítimas com anúncios patrocinados no Google e no Instagram. Ao pesquisar pelo evento, a pessoa clica no link impulsionado e é direcionada a uma página cópia.

<!–>
–>
O primeiro passo da fraude é a coleta de dados pessoais em um cadastro completo. Em seguida, na etapa de pagamento, se o comprador tenta usar cartão de crédito — método que permite contestar a cobrança —, o site simula um erro informando que o sistema de cartões está “temporariamente indisponível”.
Com a falha simulada, o sistema força o pagamento exclusivo via Pix para agilizar o roubo. O valor pago é rapidamente transferido entre contas e convertido em criptomoedas, o que inviabiliza a recuperação do dinheiro pelo MED (Mecanismo Especial de Devolução) do Banco Central.
–>
A lista de atrações falsificadas abrange esportes, festivais e apresentações de grandes artistas nacionais e internacionais. Entre as iscas estão os GPs de Fórmula 1 de São Paulo (2025 e 2026), MotoGP, Rio Open, Cirque du Soleil e Monsters of Rock.
Os golpistas vendem até entradas para shows que nem sequer foram confirmados. O monitoramento identificou bilhetes falsos para um suposto show da banda canadense Rush no Brasil em 2027 (quando ainda não havia sido confirmado), além de datas falsas para System of a Down, Ed Sheeran, Iron Maiden, Roberto Carlos, Xuxa, Jão e Luan Santana.
–>
<!–>
Digite o endereço oficial da bilheteria direto no navegador e ignore totalmente links patrocinados. Evite clicar nos primeiros resultados do Google rotulados como “Patrocinado” e não acesse links enviados por e-mail ou redes sociais.
–><!–>
–>
A recusa do cartão de crédito no checkout é um sinal claro de fraude. Se a loja online alegar instabilidade e exigir pagamento urgente via Pix, interrompa a compra imediatamente.
<!–>
Fique atento às pré-vendas e mantenha a segurança digital ativa. Exigências de pagamento antecipado por Pix para supostas “pré-reservas físicas” são golpes, e o uso de softwares antivírus atualizados ajuda a bloquear páginas clonadas automaticamente.
–>
Configure alertas de consumo no seu banco. Ative as notificações imediatas por SMS, e-mail ou aplicativo para acompanhar cada transação em tempo real. Isso permite identificar e contestar qualquer cobrança não autorizada em poucos minutos.
<!–>
Mantenha uma proteção digital ativa. Instale um software de segurança confiável em computadores e celulares. Ferramentas de segurança protege pagamentos online, previne conexões suspeitas e bloqueia automaticamente o acesso a páginas falsas.
–><!–>
–><!–>
–><!–>
Fonte original: www.uol.com.br
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur.
Deixe seu comentário
–>
O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.
<!–>
–>